Teoria Comportamental da Administração

Teoria comportamental da administração (Simon, 1947) é uma teoria aplicada à administração de empresas.

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quarta-feira, 15 de junho de 2011

O INTERESSE NO TRABALHO

 

Ir todo dia ao trabalho, se sentar em frente ao computador e atender a ligações telefônicas não significa, necessariamente, que você está ali.
 
No dia seguinte da aula de Psicologia sobre comportamentos, com a Professora Luciana, comecei a avaliar no meu ambiente de trabalho e  o interessese da equipe do meu setor em desenvolver as ativiadade rotineiras do nosso departamento. Pude analisar que essa nossa atitude  se chama "presenteísmo", ou seja, estar fisicamente presente no ambiente de trabalho, porém, mental e emocionalmente ausente. Ou seja, estamos ali, mas não conseguimos produzir como deveriamos. 
 
Este é um problema que vem ocorrendo atualmente dentro das empresas e que tem chamado a atenção daqueles que atuam na área de Gestão de Pessoas. E para quem vive isso, a situação também não é nada agradável... Em geral, são colaboradores tomados pelo desânimo, com níveis de estresse alto, e que sofrem conseqüências físicas e emocionais que podem contaminar, de maneira negativa, toda a equipe.
Pesquisas indicam que o "presenteísmo" causa mais queda de produtividade do que a ausência da pessoa. E é difícil quantificar o estado físico e emocional de estar "mais ou menos presente"; sabemos apenas que os problemas decorrentes do estresse consomem cerca de 3% do PIB - Produto Interno Bruto –, contabilizando afastamentos e tratamentos médicos. O "presenteísmo" está, ainda, entre as causas de Burnout, o nível devastador de estresse que pode levar à depressão e até mesmo ao suicídio. Nesta situação, o colaborador se sente, literalmente, sem saída. 

Acredito que deve haver um movimento de mão dupla, tanto das empresas quanto das pessoas. Cada um precisa fazer uma auto-avaliação constantemente e colocar na balança a medida do prazer e também da insatisfação da sua opção profissional. Muitas vezes esta pressão precisa ser dividida com um terapeuta, por exemplo.

É bom lembrar que nem sempre a infelicidade no trabalho significa que é necessário mudar tudo; o problema pode ser causado pelo excesso de estresse, e isso tem solução! As empresas também podem ajudar com programas de qualidade de vida efetivos, que consigam mapear e monitorar o nível de estresse e de satisfação de seus colaboradores.

Se você se encontra nesta situação, vale a pena lembrar: trabalho não combina com infelicidade. E uma situação de "presenteísmo" também não se altera de um momento para o outro. As soluções não são mágicas, rápidas e nem simples - elas passam por uma avaliação de você mesmo e do ambiente de trabalho em que você vive. Os resultados, com certeza, são gratificantes para todos, mas principalmente para você!

Sendo assim pessoal, vamos trabalhar pensando no trabalho, que o Mossoró cidade Junina mal começou...rsrsrsrsrsrsrs.

 
 





Comportamento dos indivíduos na organização

 

Podemos observar que cada um se comporta de uma maneira nas organizações. Segundo Bergamini (1990) entre as variáveis que afetam o comportamento dos indivíduos na organização estão as individuais e ambientais. Nas variáveis individuais estão a infância, a adolescência e a fase adulta de cada um. Nas ambientais estão o grupo social, cultura, fatores do ambiente físico etc. As pessoas apresentam diferenças individuais no desempenho do trabalho por dois motivos principais. O primeiro é por cada um nascer diferente do outro e o segundo é por terem tido experiências de vida diferentes. E a personalidade do ser humano é resultante disto. Ou seja, a vida das pessoas irá depender desde como nasceram e foram criadas.
 
 Os profissionais de recursos humanos nas organizações verificam o comportamento no trabalho e tentam aumentar os comportamentos que estão contribuindo para o desempenho organizacional. Os comportamentos que não estão contribuindo são eliminados através de técnicas: treinamentos e dinâmicas de grupo. Penso que nos dias de hoje com as mudanças que aconteceram no mundo teríamos de ir mais além para estarmos julgando se um comportamento é mau ou não. Não basta só isso, é necessário verificar porque os funcionários vêm apresentando tais comportamentos que afetam ou não o desempenho. Ou seja, é preciso verificar os fatores que vêm influenciando no desempenho. Se esses se devem a fatores pessoais, a tecnologia da empresa, as políticas da empresa ou aos estilos de liderança. O que não podemos é ficar de braços cruzados diante dos problemas e sim investigar a razão deles estarem ocorrendo.
 
Quando os objetivos do indivíduo não são atingidos ocorre a frustração. Ela é representada por um incentivo negativo. Com ela o que o indivíduo pretende se torna impossível, não encontrando outra saída a não ser mudar as pretensões iniciais e adotar outro comportamento. Através da frustração o indivíduo não desempenha seu próprio papel estando desmotivado. Caso a frustração seja muito intensa coloca em perigo a personalidade do indivíduo podendo ocorrer inclusive o trauma. A pessoa procura fugir das conseqüências maléficas dela para não se desajustar. Quando os funcionários estão com problemas deve-se chegar perto deles conversando de maneira clara e habitual oferecendo idéias que possam ajudar a resolver seus próprios conflitos. Para ver se a frustração é anormal é preciso ver se o indivíduo é capaz de se livrar dela e de como é ajudado por outras pessoas a se livrar. Quando os conflitos e frustrações não se resolvem podem ocasionar comportamentos desajustados, infelicidade e improdutividade.
 
A frustração pode ser uma situação de vida benéfica conforme ela impulsiona o indivíduo a agir na tentativa de resolvê-la. Existe uma motivação que leva o homem a agir, buscando diminuir as ansiedades e tensões que o atrapalham psicologicamente. Essas pessoas que agem mesmo frustradas são aquelas que não se deixam abater diante de qualquer problema. Eles refletem sobre seu estado e situação chegando no consenso que se desistirem e não tentarem de novo não chegarão a lugar algum. São pessoas que lutam pelo que querem, não desistindo fácil das coisas. Esses tipos de pessoas sempre atingem seus objetivos vencendo na vida e quando caem diante das dificuldades sempre levantam. Antes de fazermos julgamentos da maneira das pessoas se comportarem nas organizações é preciso levar em consideração as variáveis individuais e ambientais. E, caso apresentem comportamentos não esperados investir nos treinamentos. Dessa maneira estão valorizando as pessoas. Investir só em máquinas não é suficiente, porque o que vai fazer o resultado na produtividade e sucesso da empresa são as pessoas que irão comandá-las

Como Estimular o Desempenho das Equipes

Gerenciar uma equipe nunca é uma tarefa fácil. É preciso lidar com conflitos, treinar as pessoas e estimular o pensamento criativo dos participantes, além de avaliar e recompensar desempenhos.

Abordando desde a formação do grupo para a mudança e a preparação para o futuro, o livro Como Gerenciar Equipes, da série Sucesso Profissional, da Publifolha, ensina como gerenciar uma equipe com sucesso e como fazê-la dar um salto.

Entre as sugestões oferecidas pelo volume estão: acompanhar o progresso do projeto desde o início para detectar armadilhas e problemas, mirar em ganhos grandes e rápidos, assegurar que todos conheçam as outras funções dentro do grupo e introduzir metas significativas de melhoria em cada orçamento e plano de ação.

Leia abaixo um trecho do livro que explica como um líder deve proceder para sua equipe evoluir com sucesso.

COMO LEVAR A EQUIPE A DAR UM SALTO

Qualquer método de melhoria de desempenho precisa desafiar formas tradicionais. Equipes que queiram evoluir devem aprender a criar suas próprias tarefas, resolver problemas, obter acordo para soluções e implementá-las com segurança.

CONHEÇA O PROJETO

Em equipes de verdade, as pessoas se "apropriam" do trabalho - cada uma delas acha seu método para desenvolvê-lo com a maior qualidade possível. Uma célula de produção vai um passo além: seus membros são polivalentes e todos conhecem todas as funções, a ponto de poder cobrir qualquer uma. Tamanha flexibilidade dá forças a qualquer equipe. Faça como se estivesse em uma célula de produção: acompanhe o projeto de seu grupo do começo ao fim para ter maior conhecimento da tarefa a ser executada e de todos os papéis. Assim saberá se o esforço valeu a pena.

Assegure que todos conheçam as outras funções dentro da equipe.

MELHORE OS SISTEMAS

Segundo a técnica japonesa de gerenciamento kaizen, todo mundo e toda equipe podem melhorar continuamente a qualidade em doses expressivas e mensuráveis. Mesmo uma pequena queda na porcentagem de produtos reprovados, por exemplo, pode significar grande economia de custos de produção. Dê à equipe total responsabilidade pela tarefa. Assim ela poderá ver o progresso em movimento ao definir problemas, analisar as causas, melhorar a situação - até trazendo ajuda externa especializada se necessário- e, acima de tudo, evitar que o problema retorne.

MELHORIA CONTÍNUA X ACOMODAÇÃO

À medida que a equipe evolui e se acomoda na rotina, ela desanda com velhos padrões de comportamento e pensamento de grupo. Evite a tentação de deixar um problema à própria sorte com base no argumento de que a mudança tem pouco propósito. Lute pela melhoria contínua para evitar a acomodação. Como você pode melhorar o desempenho do grupo? Foi ignorado algo que pode ser melhorado? É preciso sangue novo? O produto é ainda bom para o mercado?

DESAFIE O SENSO COMUM

Confronte suposições se quiser melhorar a prática da equipe. Por exemplo:

- "Tratar o sintoma cura a doença". Lembre-se de que o problema retornará se não for extirpado pela raiz.- "Os problemas e suas soluções são sempre isolados". Tenha em mente que efeitos secundários podem ter consequências piores que os primários.- "Qualidade custa caro". Lembre que melhorar a qualidade é economicamente sensato quando comparado aos custos diretos e indiretos do fracasso.

- "Qualidade se aplica apenas a produtos". Qualidade se aplica a todos os serviços ou processos envolvidos.


Texto retirado de: Folha Online

A Tão Difícil Satisfação

A satisfação é algo que todas as pessoas buscam. Se satisfazer no trabalho, na alimentação, na vida sexual é extremamente comum, só que nem todos conseguem. Agora, focando no trabalho, a satisfação é algo bastante relativo. Alguns trabalham para ganhar dinheiro, outros não se importam com quanto vão receber em troca por suas atividades desde que estejam fazendo alguma coisa que gostem. Mas a verdade é a seguinte: a grande maioria dos indivíduos não estão nenhum pouco satisfeitos com sua posição dentro das organizações, com seus salários, com as condições de trabalho, enfim, é difícil conciliar todos os fatores para que todos os membros da organização fiquem satisfeitos. É aí que entra a psicologia organizacional. Ela é responsável por avaliar a satisfação no trabalho. Essa satisfação é geralmente medida através de questionários respondidos pelos funcionários.
Tudo isso é feito para que a satisfação seja, o mais proximamente possível, alcançada. Mas, apesar desses esforços, as pessoas ainda continuam a ter como hino a música Satisfaction dos Rolling Stones, afinal as mesmas nunca conseguem se satisfazer. Quando uma necessidade é suprida, surge outra. O que gera um trabalho sem fim para a psicologia organizacional: tentar medir a satisfação e tentar maximizá-la, tentar medir a satisfação e tentar maximizá-la, tentar medir a satisfação e tentar maximizá-la... Coitada da psicologia organizacional.


A Liderança de Tyler Durden em "Clube da Luta"


Quem já assistiu ao filme Clube da Luta sabe o filmaço que é. Já quem nunca teve essa oportunidade, ao menos já recebeu uma indicação de algum amigo ou parente para assistir.
Enfim, o filme lança vários temas como política, alucinações etc. Mas o que eu vou tentar fazer aqui é mostrar como Tyler Durden, protagonista do filme e interpretado por Brad Pitt, possui características de um líder. Então vamos listar aqui tais características:
  • Quando se fala em grupo, surge na sua mente a imagem do líder do mesmo. É como se o líder fosse p símbolo do grupo. Quando se fala no Clube da Luta a figura de Tyler surge naturalmente na cabeça das pessoas;
  • Um líder deve possuir a capacidade de influenciar as pessoas. Quem assistiu sabe do seu poder de influência sobre os demais;
  • Essa influência deve ser aceita de forma voluntária, o que acontece no filme e tal aceitação vem por parte de inúmeras pessoas;
  • Durden possui um poder de referência, afinal os outros indivíduos do clube o vêem como um ponto de orientação, têm o desejo de ser semelhante a ele.
  • Tyler Durden ainda representa uma liderança autoritária, onde as diretrizes do clube são fixadas através de sua autoridade. Ele determina as tarefas a serem executadas pelos membros.
Pronto. Ainda querem mais alguma prova de que o cara possui, realmente, características de liderança? Ah! Pra quem ainda não assistiu, aqui vai mais uma recomendação: ASSISTAM! Ou vocês nunca saberão o que estão perdendo.

Conceitos de Objetividade e Subjetividade

Quer resposta mais objetiva?




OBJETIVIDADE

  1. Do ponto de vista epistemológico, a objetividade não é sinônimo de verdade, embora seja comum confundir os dois conceitos, mas sim uma espécie de "índice de confiança" ou de "qualidade" dos conhecimentos e representações.

  2. Kant apresenta a objetividade como algo que possui validade universal, independente de época, cultura ou religião.

  3. No jornalismo, objetividade é uma característica que o texto deve apresentar. Para isso o mesmo deve ser claro e conciso.

  4. Para a ciência, a objetividade é uma propriedade de teorias científicas de estabelecer afirmações inequívocas que podem ser testadas independentemente dos cientistas que a propuseram.

SUBJETIVIDADE

  1. A psicologia social entende a subjetividade como sendo o mundo íntimo de cada indivíduo com o qual ele se relaciona com o mundo social ou externo. Isso colabora para a contrução de valores e crenças na dimensão cultural. Isso contribuirá para a constituição da experiência histórica e coletiva dos grupos e populações.

Obs.: Este é praticamente o único conceito de subjetividade, afinal os demais são apenas uma derivação deste mesmo conceito.



Referência: wikipedia

segunda-feira, 13 de junho de 2011

GRUPO X EQUIPE

Algumas semanas atrás em minha aula de Psicologia, com o Profª. Luciana , foi discutido um tema que prendeu muito a minha atenção, por ser um dos temas que mais gosto de discutir, a questão da diferença entre ser um GRUPO e ser uma EQUIPE.

Mas será que existe diferença? 
Poia bem, existe sim!
Vamos as definições:
No grupo todos trabalham voltados para os mesmos objetivos e têm seus papéis e funções definidos. Não obstante, os resultados ficam aquém do esperado..A realidade é a seguinte, ninguém sabe direito o que o outro pensa porque as pessoas ou não se comunicam ou falam de forma política sem dizer o que realmente pensam. Às vezes alguns falam, mas de forma descontrolada e sem habilidade. É também cada um por si, ninguém toma a iniciativa de ajudar o outro. Aliás, existem muitas divergências relacionadas a problemas do trabalho e também diferenças de valores pessoais. Em alguns casos essas divergências e problemas de relacionamentos são manifestados, nos outros casos são mascaradas por razões políticas. Há muito fingimento, faz-se de conta que está tudo bem.
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Já os líderes...
Estes, para se diferenciarem e se afirmarem, mantêm-se distantes, aparecem somente para dar ordens. Ninguém tem a liberdade nem o clima para dizer o que pensa dos colegas e muito menos dos chefes. Já estes falam, às vezes, de forma muito franca e rude, e ninguém nesse ambiente toma a iniciativa para saber como é visto. Pelo contrário, todos são muito defensivos e tendem a sentir o Feedback como um ataque.
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Ou seja:
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Grupo é um conjunto de pessoas com objetivos comuns, em geral se reúnem por afinidades. O respeito e os benefícios psicológicos que os membros encontram, em geral, produzem resultados de aceitáveis a bons. No entanto este grupo não é uma equipe.

Personalidade e seus significados


 Personalidade é um termo que apresenta muitas variações de significado. Em geral representa uma noção de unidade integrativa do ser humano, pressupondo uma idéia de totalidade. No senso comum é usada para se referir à capacidade de rápidas tomadas de decisão, para se referir a uma característica marcante da pessoa, como timidez ou extroversão por exemplo, ou ainda para se referir a alguém importante ou ilustre: “uma personalidade”. A personalidade atribuída a uma pessoa pode definir, para o senso comum, se esta pessoa é boa ou má. A psicologia evita este juízo de valor. A personalidade seria um conjunto de características que diferenciam os indivíduos. 

Estes atributos seriam permanentes e dizem respeito à constituição, temperamento, inteligência, caráter, um jeito específico de se comportar. Para as teorias que utilizam o conceito de personalidade, ela significa a “organização dinâmica dos aspectos cognitivos, afetivos, fisiológicos e morfológicos do indivíduo”. Fala-se também em personalidade básica, que seriam as atitudes, tendências, valores e sentimentos dos membros de uma sociedade. A personalidade pressupõe a possibilidade de um indivíduo se diferenciar, ser original e ter particularidades. Através desta idéia pode-se predizer o que a pessoa fará em determinada situação, pode-se ter idéia de como ela reagiria. Nem todas as teorias trabalham com este conceito porque ele tem uma noção implícita de estrutura, de estabilidade e portanto de características que não mudam. 

No entanto, ela é fruto de uma organização progressiva do ser humano e não apenas entendida como um fenômeno em si. Ela evolui de acordo com a organização interna do indivíduo. A psicanálise afirma que a estrutura da personalidade já está formada aos quatro ou cinco anos de idade, enquanto que, para Piaget, ela começa a se formar entre os oito e doze anos. O caráter, temperamento e os traços de personalidade são termos que se referem a esta noção. Alguns distúrbios podem se relacionar à personalidade, gerando conceitos patológicos, como é o caso da personalidade múltipla.

Estudo de Caso sobre Comportamento Produtivo

                Ao lembrarmos-nos dos assuntos da aula de psicologia do dia 01/06/2011, comportamento produtivo e contraproducente do funcionário, atentamos a avaliar essa temática na realidade das empresas de Mossoró. Fomos ao centro da cidade dois dias seguidos e disfarcadamente, como clientes curiosos, começamos a questionar os vendedores e prestadores de serviços de empresas de vários segmentos sobre a motivação no ambiente organizacional e as condições de trabalho.
                Podemos constatar que as tentativas das organizações no sentido de melhorar a motivação da mão-de-obra têm ocorrido por meio de comissões e hora extra. No entanto, avaliando as condições do ambiente, nota-se um descaso em relação à estrutura do estabelecimento, caracterizados como pequenos e super-lotados, ocasionando um baixo rendimento da produção.
                Em sala de aula, analisamos esse tema, respondendo a um questionário e discutindo o texto. Vale ressaltar que a motivação dos alunos para realização dessa atividade é compensatória, uma vez que vale pontuação para nota da II unidade. Nota-se que a medida que suas habilidades resultam em um bom desempenho e recompensas correspondentes , sua motivação para o bom desempenho pode ser aumentada.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Stress: Como se proteger?

Tirinha: Vinícius de Oliveira



Stress, segundo o livro Psicologia Aplicada à Administração, são "situações físicas ou psicológica que pressionam os indivíduos, gerando alto grau de tensão. Podem levar ao desajustamento emocional e mesmo à desintegração da personalidade."

Dicas para evitá-lo:
  • Usar o tempo adequadamente e não ter pressa;
  • Desenvolver o autocontrole. Aprender a lidar com os problemas do dia-a-dia sem se envolver emocionalmente com os mesmos;.
  • Aceitar as próprias limitações;
  • Trabalhar para viver e não viver para trabalhar;
  • Buscar a excelência em tudo que faz e não a perfeição;
  • Ser espontâneo e procurar manter boas relações no trabalho sem submissão ou bajulação;
  • Ter uma alimentação saudável;
  • Praticar exercícios regularmente.


Obs.: Se alguém tiver alguma outra dica, poste nos comentários, ok?

A Hierarquia das Necessidades Humanas - Pirâmide de Maslow


Abraham Maslow voltou seus conhecimentos como psicólogo clínico para as organizações. Desenvolveu a Teoria da Hierarquia das Necessidades. A base dessa teoria foi feita com a observação de clientes com níveis de sanidade diferente. Sua simplicidade fez com que a mesma fosse bem aceita nas organizações mesmo possuindo fragilidade teórica-científica.
Como se formasse uma pirâmide, as necessidades humanas foram divididas da seguinte forma:
  • Necessidades Fisiológicas - são consideradas as necessidades básicas do ser humano e as mais preponderantes de todas as necessidades humanas, assim servem de canais para as demais necessidades ;
  • Necessidades de Segurança - surgem quando o ser tem suas necessidades fisiológicas relativamente satisfeitas. Envolvem a estabilidade, a proteção a ausência de medos e ameaças e a ausência de ansiedade;
  • Necessidades de aflição e amor - As necessidades de relacionamento, de amor, de intimidade são bastante importantes para os seres humanos e podem, em alguns momentos, impedir a emergência de outras necessidades;
  • Necessidade de Estima - é integrada por necessidades cuja satisfação está diretamente ligada à pessoa e também por necessidades cuja satisfação exige uma ação externa;
  • Necessidade de Auto-Realização - somente surge quando as demais são relativamente satisfeitas. Refere-se ao desejo das pessoas em desenvolver seu potencial;
  • Necessidades estéticas - indicam as necessidades de as pessoas se satisfazerem esteticamente.

A Biografia de Platão

Platão nasceu em Atenas, provavelmente em 427 a.C. e morreu em 347 a.C. um ano após a morte do estadista Péricles. Seu pai, Aristão, tinha como ancestral o rei Codros e sua mãe, Perictione, tinha Sólon entre seus antepassados. Platão teve uma educação semelhante à dos jovens aristocratas da sua época, recebendo aulas de retórica, música, matemática e ginástica, entusiasmou-se com a filosofia de Crátilo, um seguidor de Heráclito. No entanto, por volta dos 20 anos, encontrou o filósofo Sócrates com quem conviveu durante oito anos, iniciando-se na filosofia e tornando-se seu discípulo até a morte deste. Pouco depois de 399 a.C., Platão esteve em Mégara com alguns outros discípulos de Sócrates, hospedando-se na casa de Euclides. Em 388 a.C., quando já contava quarenta anos, Platão viajou para a Magna Grécia com o intuito de conhecer mais de perto comunidades pitagóricas. Nesta ocasião, veio a conhecer Arquitas de Tarento. Ainda durante essa viagem, o rei Dionísio convida Platão para ir à Siracusa na Sicília, onde é incumbido de lhe ensinar Filosofia, após desentendimentos Platão é expulso da corte, sendo vendido como escravo.



Novamente em Atenas, fundou a Academia -- escola destinada à investigação filosófica -- e dirigiu-a pelo resto da vida. A convite de Dionísio o Jovem, sucessor do tirano de Siracusa, empreendeu uma segunda viagem à Sicília com o objetivo de pôr em prática suas idéias de reforma política, mas retornou a Atenas quando seu protetor caiu em desgraça. Sua terceira viagem ao sul da Itália, a convite do mesmo Dionísio, culminou em fuga, por estar implicado nas lutas políticas do estado. Após essa viagem, Platão permaneceu em Atenas até a morte.


A obra de Platão foi escrita na forma de diálogos, com exceção da Apologia de Sócrates. Um dos sinais do prestígio do filósofo é o fato de seus textos terem sido conservados na totalidade. Entretanto, foram-lhe atribuídos diversos escritos que hoje são considerados espúrios. Conquanto não exista unanimidade total entre os especialistas, o emprego de critérios estilísticos e conceituais -- em particular os referentes à evolução do pensamento platônico -- permitiu estabelecer, em linhas gerais, uma ordenação de seu trabalho na seguinte ordem cronológica:


(1) Diálogos socráticos ou de juventude, nos quais a figura e a doutrina de Sócrates ocupam lugar de destaque: Apologia de Sócrates, Protágoras, Trasímaco, Críton, Íon, Laques, Lísis, Cármide, Eutífron e os dois Hípias, embora a autenticidade do Hípias maior seja discutida por alguns autores.


(2) Diálogos construtivos ou da maturidade: Górgias, Ménon, Eutidemo, Crátilo, Menéxeno (nem sempre aceito), O banquete, A república, Fédon e Fedro. Nos quatro últimos, a teoria das idéias aparece exposta em sua forma mais característica.


(3) Diálogos tardios, grupo que, iniciado com Teeteto, inclui os escritos elaborados durante a velhice de Platão e nos quais ele faz a revisão crítica da teoria das idéias: Parmênides, Sofista, Filebo, Político, Timeu, Crítias e As leis.





texto retirado de: psicoloucos


Equipe e Grupo

Essa imagem demonstra bem um trabalho em equipe, onde os ratos trabalham juntos por um só objetivo, o queijo. Eles sabem que só um não é capaz de realizar o mesmo trabalho, então reuniram-se para obter sucesso no trabalho desempenhado.

Diferentemente se fosse um grupo de trabalho, onde não existe uma sinergia entre eles. No grupo cada um desempenha uma função separadamente, não existe um dependencia entre as funções desempenhadas. Cada um faz sua parte no trabalho, depois é observado a qual resultado chegaram.

Toda Equipe é considerada um Grupo, mais nem todo Grupo é considerado uma Equipe!


Motivação e a Organização

A motivação dentro de uma organização é muito importante, é um comportamento autogovernante e que persiste em busca de um ou de mais objetivos da pessoa. Ela se sentirá motivada se souber qual ou quais são seus objetivos.

Desta forma, para as organizações existe certa importância nessa motivação de seus colaboradores, pois como conseqüência de se sentir motivado a empresa é diretamente beneficiada pelo melhor desempenho do funcionário dentro da empresa.

quarta-feira, 8 de junho de 2011


Id, Ego e Superego


Id: Uma das instâncias da teoria estrutural do aparelho psíquico. O Id que opera em nível inconsciente contém os impulsos instintivos que se originam na organização somática e ganham aqui expressão psíquica e também idéias e recordações que por serem insuportáveis ao indivíduo foram reprimidas.

Ego: É uma das três instâncias que Freud concebeu em um de seus modelos para explicar o funcionamento da mente humana. O ego é a parte organizada desse sistema que entra em contato direto com a realidade externa e através de suas funções tem capacidade de atuar sobre esta numa tentativa de adaptação

Superego: Uma das três instâncias da personalidade, que Freud concebeu em um dos modelos do aparelho psíquico. O superego é formado a partir das identificações com os genitores, dos quais ele assimila as ordens e proibições. Assume então o papel de juiz e vigilante, formando uma espécie de autoconsciência moral.


Psicanálise

“Nenhum ser humano é capaz de esconder um segredo. Se a boca se cala, falam as pontas dos dedos. ”

Sigmund Freud

Sigmund Freud, o nome mais comum que eu enquanto pessoa já tinha conhecimento quando se tratava de psicologia. Dentre os demais que eu conheci no decorre da disciplina, ele ainda continuou sendo o que mais despertava curiosidade devido a importância de suas idéias para a sociedade.

O “pai da psicanálise” transformou a interioridade do homem em problemáticas cientificas. A principal fonte de estudo foi denominada inconsciente. Os medos, as resistências e fatos que parecem estar esquecidos encontram-se no inconsciente.

A grande popularidade da psicanálise pode ser explicada pelo fato de sua ousada concepção da motivação humana, ao colocar o sexo - objeto natural de interesse das pessoas e também sua principal fonte de felicidade -, como único e poderoso móvel do comportamento humano.

Freud notou que na maioria dos pacientes que teve desde o início de sua prática clínica, os distúrbios e queixas estavam relacionados a sentimentos reprimidos que começaram por meio de experiências sexuais perturbadoras. Assim ele formulou a hipótese de que a ansiedade que se manifestava através dos sintomas, que ele chama de neurose, era conseqüência da energia ligada à sexualidade. O que era reprimido tinha expressão nos vários sintomas neuróticos que serviam como um mecanismo de defesa psicológica. E destaco ainda que essas reações são construídas ao longo de toda vida, mesmo durante a infância, pois é nessa fase que desenvolvemos os desejos e vontades que traremos até a velhice.


Glossário da Psicanálise

  1. Angústia: Reação emocional intensa como resposta a um perigo real ou imaginário.
  2. Catarse: Método terapêutico que permite a evocação e a revivência de acontecimentos traumáticos que foram reprimidos, permitindo a descarga dos afetos ligados a estes.
  3. Condensação: é um processo característico do pensamento inconsciente e no qual duas ou mais imagens se combinam para formar uma imagem composta que está investida do afeto derivado de ambas.
  4. Conflito: Na psicanálise, refere-se geralmente, ao conflito interno entre impulsos instintivos e entre as três instâncias, que são: id, ego e superego.
  5. Defesa: É o conjunto de manobras inconscientes que o ego se utiliza para evitar ameaças à sua própria integridade.
  6. Ego: É uma das três instâncias que Freud concebeu em um de seus modelos para explicar o funcionamento da mente humana. O ego é a parte organizada desse sistema que entra em contato direto com a realidade externa e através de suas funções tem capacidade de atuar sobre esta numa tentativa de adaptação.
  7. Fixação: Processo pelo qual o indivíduo permanece vinculado a modos de satisfação ou padrões de comportamento característicos de uma fase anterior de seu desenvolvimento da libido.
  8. Histeria: Tipos de neurose que se caracterizam principalmente pelos distúrbios funcionais de aparência orgânica, como paralisias, perturbações sensoriais, crises nervosas, sem evidência de patologia física, e que se manifestam de modo a sugerir que serve a alguma função psicológica.
  9. Id: Uma das instâncias da teoria estrutural do aparelho psíquico. O Id que opera em nível inconsciente contém os impulsos instintivos que se originam na organização somática e ganham aqui expressão psíquica e também idéias e recordações que por serem insuportáveis ao indivíduo foram reprimidas.
  10. Inconsciente: Conceito mais fundamental da teoria freudiana. Freud demonstrou que o conteúdo da mente não se reduz ao consciente, mas que pelo contrário a maior parte da vida psíquica se desenrola em nível inconsciente. Neste se encontram principalmente as idéias reprimidas, às quais é negado o acesso à consciência, mas que têm grande influência na vida consciente.
  11. Libido: É a energia inerente aos movimentos e transformações dos impulsos sexuais. Ela é a contrapartida psíquica da excitação sexual somática.
  12. Neurose: Termo que designa os distúrbios dos comportamentos, sentimentos ou idéias, que surgem como resultado de um conflito entre o id e o ego, onde uma tendência instintiva é reprimia pelo ego dando lugar á formação de sintomas neuróticos.
  13. Objeto: Para a Psicanálise significa aquilo através do que um impulso instintivo pode obter satisfação. Pode ser uma pessoa, uma entidade ou um ideal. Os objetos podem ser reais ou imaginados.
  14. Pré-Consciente: Refere-se aos pensamentos que não são conscientes em certos momentos, mas que podem chegar espontaneamente à consciência ou por evocação do próprio indivíduo. Diferem dos pensamentos inconscientes que por terem sido reprimidos não têm acesso à consciência a não ser em circunstâncias muito especiais.
  15. Psicanálise: Disciplina criada por Freud que consiste em um método par investigação dos processos mentais, um método de tratamento das desordens psíquicas e um corpo e teorias que tenta sistematizar os dados introduzidos pelos métodos psicanalíticos mencionados acima.
  16. Psicose: Perturbação grave das funções psíquicas que se caracteriza principalmente pela perda de contato com a realidade, pela incapacidade de adaptação social, por perturbações da comunicação e ausência de consciência da doença. Para Freud a psicose é resultado do conflito entre o ego e o mundo exterior. Diante da frustração de fortes desejos infantis, o ego nega a realidade externa e procura construir através do delírio um mundo interno e externo de acordo com as tendências do id.
  17. Regressão: Processo defensivo do qual o indivíduo, a fim de evitar a angústia, retorna a uma fase anterior do desenvolvimento, apresentando os padrões de comportamento daquela fase.
  18. Sublimação: Processo pelo qual a energia dos instintos sexuais é deslocada para atividades ou realizações de valor social ou cultural, como as atividades artísticas ou intelectuais.
  19. Superego: Uma das três instâncias da personalidade, que Freud concebeu em um dos modelos do aparelho psíquico. O superego é formado a partir das identificações com os genitores, dos quais ele assimila as ordens e proibições. Assume então o papel de juiz e vigilante, formando uma espécie de autoconsciência moral.
  20. Transferência: Processo pelo qual o indivíduo recapitula em suas relações atuais, especialmente com seu terapeuta, as relações que teve com seus genitores na infância.