Teoria Comportamental da Administração

Teoria comportamental da administração (Simon, 1947) é uma teoria aplicada à administração de empresas.

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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

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sábado, 18 de junho de 2011

A Evolução da Ciência Psicológica

Primeiros Passos - A Psicologia entre os gregos
É entre os filósofos gregos que surge a primeira tentativa de sistematizar uma Psicologia. Discutiam se o mundo existe porque o homem o vê ou se o homem vê um mundo que já existe. Mas é com Sócrates que a Psicologia na Antiguidade ganha consistência. Sua principal preocupação era definir o limite entre os homens e os animais, ou seja, a razão. Isso abriu as portas para as teorias da consciência. Platão tentou definir um lugar dentro do nosso corpo onde ficava a razão: a cabeça, onde estava a alma do homem. A contribuição de Aristóteles se deu devido ao fato de ele ter postulado que a alma e o corpo não podem ser dissociados. Também estudou as diferenças entre a razão, a percepção e as sensações. Esse estudo está sistematizado no Do Anima, que pode ser considerado o primeiro tratado em Psicologia.

A Psicologia no Império Romano e na Idade Média
Nesse período a Psicologia passa a ter uma grande influência do cristianismo. Nesse sentido, dois grandes filósofos representam esse período:
  • Santo Agostinho - Inspirado em Platão, também fazia uma cisão entre alma e corpo. Entretanto, para ele, a alma não era somente a sede da razão, mas a prova de uma manifestação divina no homem.
  • São Tomás de Aquino - Foi buscar em Aristóteles a distinção entre essência e existência e encontra argumentos racionais para justificar os dogmas da Igreja e continua garantindo para ela o monopólio do estudo do psiquismo.
A Psicologia no Renascimento
René Descartes postula a separação entre mente e corpo, afirmando que o homem possui uma substância material e uma substância pensante, e que o corpo, desprovido do espírito, é apenas uma máquina. Essa ideia de separação acabou permitindo o estudo do corpo humano morto, o que era impensável nos séculos anteriores.

A Revolução Industrial e o surgimento da Psicologia Científica
Nesse período surgem homens como Hegel, que demonstra a importância da História para a compreensão do homem, e Darwin, que acaba com o antropocentrismo com sua tese evolucionista. A ciência avança tanto, que se torna um referencial para a visão de mundo. Também surge o pensamento de que para se conhecer o psiquismo humano passa a ser necessário compreender os mecanismos e o funcionamento do cérebro.

As Principais teoria da Psicologia no século XX
As três mais importantes tendências teóricas da Psicologia nesse período são
  • Behaviorismo - tornou-se importante por ter definido o fato psicológico, de modo concreto, a partir da noção de comportamento.
  • Gestalt - surge como uma fragmentação das ações e processos humanos, realizadas pelas tendências da Psicologia científica no século XIX, postulando a necessidade de se compreender o homem como uma totalidade.
  • Psicanálise - nasce com Freud, na Áustria, e postula o inconsciente como objeto de estudo, quebrando a tradição da Psicologia como ciência da consciência e da razão.

Glossário do Behaviorismo


Comportamento respondente: é o que usualmente chamamos de "não voluntário" e inclui as respostas que são eliciadas por estímulos antecedentes do ambiente.

Comportamento operante: "inclui todos os movimentos de um organismo dos quais se possa dizer que, em algum momento, têm efeito sobre ou fazem algo ao mundo ao seu redor." (F.S. Keller)

Reforço positivo: é todo evento que aumenta a probabilidade futura da resposta que o produz.

Reforço negativo: é todo evento que aumenta a probabilidade futura da resposta que o remove ou atenua.

Esquiva: é um processo no qual os estímulos aversivos condicionados e incondicionados estão separados por um intervalo de tempo apreciável, permitindo que o indivíduo execute um comportamento que previna a ocorrência ou reduza a magnitude do segundo estímulo.

Fuga: nela o comportamento reforçado é aquele que termina com um estímulo aversivo já em andamento.

Extinção: é um procedimento no qual uma resposta deixa abruptamente de ser reforçada. Como consequência, a resposta diminuirá de frequência e até mesmo poderá deixar de ser emitida.

Punição: é outro procedimento importante que envolve consequenciação de uma resposta quando há apresentação de um estímulo aversivo ou remoção de um reforçador positivo presente.

Generalização de estímulos: nela um estímulo adquire controle sobre uma resposta devido ao reforço na presença de um estímulo similar, mas diferente.




Referência: Livro Psicologias

Biografia de Aristóteles


Aristóteles nasceu em Estagira, na Calcídica (384 a.C. - 322 a.C.), filho de Nicômaco, amigo e médico pessoal do rei macedônio Amintas II, pai de Filipe II da Macedônia. É provável que o interesse de Aristóteles por biologia e fisiologia decorra da atividade médica exercida pelo pai e pelo tio, e que remonta a dez gerações.

Com cerca de 16 ou 17 anos partiu para Atenas, maior centro intelectual e artístico da Grécia. Como muitos outros jovens da época, foi para lá prosseguir os estudos. Duas grandes instituições disputavam a preferência dos jovens: a escola de Isócrates, que visava preparar o aluno para a vida política, e Platão e sua Academia, com preferência à ciência (episteme) como fundamento da realidade. Apesar do aviso de que, quem não conhecesse Geometria ali não deveria entrar, Aristóteles decidiu-se pela Academia platônica e nela permaneceu 20 anos, até 347 a.C., ano que morreu Platão.

Com a morte do grande mestre e com a escolha do sobrinho de Platão, Espeusipo, para a chefia da Academia, Aristóteles partiu para Assos com alguns ex-alunos. Dois fatos parecem se relacionar com esse episódio: Espeusipo representava uma tendência que desagradava imensamente Aristóteles, isto é, a matematização da filosofia; e Aristótelester-se sentido preterido (ou rejeitado), já que se julgava o mais apto para assumir a direção da Academia.

Em Assos, Aristóteles fundou um pequeno círculo filosófico com a ajuda de Hérmias, tirano local e eventual ouvinte de Platão. Lá ficou por três anos e casou-se com Pítias, sobrinha de Hérmias. Com o assassinato Hérmias, Aristóteles partiu para Mitilene, na ilha de Lesbos, onde realizou a maior parte das famosas investigações biológicas. No ano de 343 a.C. chamado por Filipe II, tornou-se preceptor de Alexandre, função que exerceu até 336 a.C., quando Alexandre subiu ao trono.

De volta a Atenas, em 335, treze anos depois da morte de Platão, Aristóteles fundava, perto do templo de Apolo Lício, a sua escola. Daí o nome de Liceu dado à sua escola, também chamada peripatética devido ao costume de dar lições, em amena palestra, passeando nos umbrosos caminhos do ginásio de Apolo. Esta escola seria a grande rival da velha e gloriosa academia platônica, pois contrário da Academia de Platão, o Liceu privilegiava as ciências naturais. Alexandre mesmo enviava ao mestre exemplares da fauna e flora das regiões conquistadas. O trabalho cobria os campos do conhecimento clássico de então: filosofia, metafísica, lógica, ética, política, retórica, poesia, biologia, zoologia, medicina e não só estabeleceu as bases de tais disciplinas quanto a metodologia científica.

Aristóteles dirigiu a escola até 324 a.C., pouco depois da morte de Alexandre em 323, quando desfez-se politicamente o seu grande império e despertaram-se em Atenas os desejos de independência, estourando uma reação nacional, chefiada por Demóstenes.Aristóteles, malvisto pelos atenienses, foi acusado de ateísmo. Prevendo a sua condenação, deixou a escola aos cuidados do principal discípulo, Teofrasto (372 a.C. - 288 a.C.) e retirou-se para Cálcis, na Eubéia. Aristóteles faleceu, após enfermidade, no ano seguinte, no verão de 322. Tinha pouco mais de 60 anos de idade.

Aristóteles figura entre os mais influentes filósofos gregos, ao lado de Sócrates e Platão, que transformaram a filosofia pré-socrática, construindo um dos principais fundamentos da filosofia ocidental. Aristóteles prestou contribuições fundantes em diversas áreas do conhecimento humano, destacando-se: ética, política, física, metafísica, lógica.






referência: psicoloucos

Teoria Comportamental da Administração


Teoria comportamental da administração (Simon, 1947) é uma teoria aplicada à administração de empresas. A teoria comportamental (ou teoria behaviorista) da administração trouxe uma nova concepção e um novo enfoque dentro da teoria administrativa: a abordagem das ciências do comportamento (behavior sciences approach), o abandono das posições normativas e prescritivas das teorias anteriores ( teorias clássica, das relações humanas e da burocracia) e a adoção de posições explicativas e descritivas. A abordagem comportamental, conhecida como behaviorista, segundo Chiavenato (2003), é caracterizada por ser decorrência da Teoria das Relações Humanas. Assim, sua ênfase ainda se encontra no comportamento humano, porém, leva em consideração o contexto organizacional, de forma mais ampla, abrangendo a influência desse comportamento na organização como um todo e as perspectivas das pessoas diante das organizações. Vale ressaltar que, não se deve confundir a Teoria Behaviorista da Administração com o behaviorismo que se desenvolveu na Psicologia, a partir dos trabalhos de Watson. Apesar de serem semelhantes quanto a ênfase no comportamento humano, essas duas concepções diferem muito quanto ao tratamento de problemas comportamentais. A abordagem comportamental se desenvolveu por volta de 1950, nos Estados Unidos, trazendo novos conceitos e variáveis para a teoria administrativa, principalmente, devido o desenvolvimento das ciências comportamentais, e da Psicologia organizacional. O surgimento de idéias e conclusões, que trazem uma nova perspectiva do homem, foi de extrema importância para a formação da Teoria Comportamental. O homem passa a ser visto como um animal dotado de necessidades que vão além do objetivo apenas financeiro, possuindo necessidades gregárias inerentes ao homem. Passa a ser visto também como um animal dotado de sistema psíquico, ou seja, possui a capacidade de organização de suas próprias percepções frente ao ambiente como um todo. O homem passa ser interpretado como um ser passivo de aprender e mudar suas atitudes. Seu comportamento é orientado para objetivos, podendo cooperar com os outros indivíduos, quando for importante para o alcance dos objetivos o esforço coletivo, ou ainda pode competir com os outros, quando ocorre uma disputa. (CHIAVENATO, 2003)



retirado de: wikipedia

Relação do Filme Vida de Inseto com Satisfação e Comprometimento

Pode-se observar no filme que as formigas trabalham com certa satisfação e comprometimento com a função desempenhada. Porém existem situações onde não existe satisfação em desempenhar certa função, passando, assim, a não desempenhar a função da melhor forma possível.
Acontece que Flick, estando insatisfeito com sua posição dentro do formigueiro, passa a ter seu desempenho afetado. Daí ele vai à julgamento e fica decidido que ele vai procurar fora do formigueiro alguma solução para expulsar os gafanhotos de seu lar.
Isso acaba elevando a autoestima de Flick, que, ao desempenhar uma função em que está satisfeito, passa a ter um maior comprometimento e consequentemente ajuda seu povo de uma maneira mais positiva.
Esse mesmo conceito pode ser aplicado nas organizações. Basta achar alguma maneira de satisfazer os funcionários que os mesmos passarão a contribuir mais para que o desempenho organizacional melhore. Somente com funcionário satisfeitos e comprometidos é que a organização pode otimizar seu desempenho.

Relação do Filme Vida de Inseto com Liderança

Aceitação da liderança - Na fase final do filme, Flick passa a ter sua liderança aceita pelas demais formigas voluntariamente. Sua principal influência pode ser observada quando as formigas passam a utilizar suas "máquinas" para coletar comida.

Liderança como característica do indivíduo - Flick é um líder inato, pois possui a capacidade de motivar e influenciar seu grupo.

Poder Social - Flick e a Princesa possuem poder de referência e legítimo respectivamente, pois esta possui o direito de mandar devido à valores internalizados enquanto aquele é uma base de identificação com as demais formigas.

Tipo de liderança - A liderança do formigueiro é autoritária, afinal a Rainha é quem possui o poder de definir as diretrizes do trabalho. Os gafanhotos também possuem esse tipo de liderança.

Liderança situacional - Flick tem sua liderança reconhecida devido ao fato de ter conseguido expulsar os gafanhotos do formigueiro, ou seja, conseguiu a liderança através desta situação.

Estudo de Caso - Motivação e a Organização

Uma grande companhia de seguros estabeleceu, dentro de seu plano de incentivos, um prêmio de excelência para seus gerentes. Esse prêmio era constituído por uma quantia em dinheiro equivalente a um terço do salário mensal. A distribuição do prêmio era feita com base na avaliação realizada pelos superiores quanto à adequação do gerente à companhia, ou seja, a seus padrões de comportamento e normas e também quanto à sua produtividade. A ênfase, entretanto, era dada à adequação aos padrões de comportamento. O prêmio de excelência foi implantado durante um ano, sendo observadas as seguintes consequências na companhia: alto grau de tensão e ansiedade entre os gerentes, tanto naqueles que receberam quanto naqueles que não receberam o prêmio de excelência. Entre os gerentes beneficiados com o prêmio de excelência, não se observou aumento de produtividade relevante e alguns deles abandonaram a companhia. Entre os que permaneceram, observou-se uma reação muito crítica à política de incentivos adotada e à própria companhia.

a) Explique e justifique as causas das consequências observadas, fundamentando-se nas teorias já estudadas.
Ao utilizar os incentivos salariais, a organização não está trabalhando no nível das motivações humanas ou produtividade organizacional. Na realidade, busca o controle e a participação do comportamento de seus membros, condicionando e reforçando respostas por ela definidas como adequadas. Ao analisar as abordagens teóricas da motivação, pode-se concluir que tanto os cognitivistas como os behavioristas concordam em que o comportamento é direcionado. Para os cognitivistas, a motivação do comportamento humano é um processo psicológico complexo em que estão envolvidos outros processos psicológicos, tais como percepção, pensamento. Para os behavioristas, os indivíduos respondem a condicionamentos positivos e negativos. A tensão é, diante a pressão do método avaliativo compensatório, a revolta, é uma resposta ao despeito relacionado à não gratificação.

b) Sugira soluções e alternativas para esse plano de incentivos.
Seria mais interessante a empresa que adotassem fatores motivadores dos membros da organização ligados à forma de realização de suas tarefas. Fatores como liberdade de criar, de inovar, de procurar formas próprias e únicas de atingir os resultados de uma tarefa constituem basicamente os fatores motivadores da organização.


Obs.: Estudo de caso retirado do livro: Psicologia Aplicada à Administração

5 questões sobre personalidade e falsa consciência nas organizações

1. Qual a relação existente entre personalidade e meio ambiente?
A relação que existe entre personalidade e meio ambiente se dá pelo fato da personalidade com seu conjunto de traços psicológicos com propriedades particulares se revela através da interação do indivíduo com seu meio ambiente, individualizando a maneira de cada ser, de pensar sentir e agir.

2. Que são barreiras situacionais, interpessoais e intrapessoais?
São a fonte mais comum de frustração em relação à satisfação de um motivo.
Barreiras Situacionais - Podem ser de dois tipos: física (perda de chave por uma pessoa que quer entrar em casa) ou ambiguidade, caracterizada pela ausência de indicadores claros
Barreiras Interpessoais - São as constituídas por uma pessoa ou grupo de pessoas que impedem a satisfação do motivo.

3. Qual a influência da estrutura organizacional sobre a personalidade de seus membros?
As organizações tendem a moldar a personalidade dos indivíduos de acordo com seu método de trabalho. Por exemplo, as estruturas burocráticas tendem a enfatizar a precisão, a eficiência. Pressionam seus membros a fim de torná-los metódicos prudentes e disciplinados.

4. Quais as formas de reação a essa influência?
A influência da estrutura organizacional sobre a personalidade dos indivíduos será maior ou menor, dependendo de suas próprias características de personalidade. A reação à essa influência pode vir de maneira mais conformista, quando os indivíduos são mais comprometidos com o poder e o status, ou crítica, quando o membro centra seus objetivos e valores individuais na independência intelectual, em sua autorealização profissional.

5. Quais os problemas da avaliação da personalidade encontrado pelos psicólogos?
Para os psicólogos, um dos problemas mais complexos tem sido a avaliação da personalidade. Essa complexidade se dá devido à impossibilidade de medir as características da personalidade.


sexta-feira, 17 de junho de 2011

Exemplo de liderança: Filme Vida de inseto

 
 
“Vida de Inseto” é um exemplo simplesmente maravilhoso. O filme é recheado de mensagens que parecem inspiradas no competitivo mundo das organizações. Uma verdadeira aula de gestão de recursos humanos. Afinal, não existe empresa de uma só pessoa. O trabalho em equipe é a essência de uma organização. Quando pensamos em equipes, naturalmente pensamos em liderança. Todavia, a idéia de liderança ainda é mal compreendida por um grande número de “supostos líderes”.
 
O líder de um grupo não é necessariamente aquele que está no comando. Existem donos de empresas, diretores e gerentes que não lideram seus times. A liderança também nem sempre é positiva; existem pessoas que podem liderar um grupo para o fracasso coletivo. Líderes jamais são impostos: a liderança é algo que é percebida e aceita muitas vezes de forma subconsciente. O líder que precisa mostrar documento para provar que manda é apenas uma figura emblemática, não um verdadeiro líder. Nem sempre o líder é o mais simpático; ou o mais inteligente; muitas vezes ele nem mesmo é o mais competente. Ele simplesmente lidera – e a equipe inteira o tem como modelo e o segue.
 
 
A liderança também é situacional e depende de fatores externos. Um líder em determinada situação pode ser o liderado em outra. Afinal, pessoas têm perfis, personalidades e caracteres diferentes.
No filme em questão, o personagem principal, a formiguinha Flik, é um grande exemplo disso. Em sua colônia ele é totalmente desprezado. Porém, sua equipe de insetos, arregimentada para salvar as formigas da exploração dos gafanhotos, segue-o fielmente.
Entretanto, há um aspecto destacado pelo filme que é para mim o mais importante. A construção do espírito de união. Aí, sobressai-se imediatamente a questão do objetivo comum. Mas há ainda um ponto, muito bem explorado no filme, e muito mal nas empresas, que é o reconhecimento e a aceitação das diferenças. Um besouro, uma borboleta, um louva-a-deus, um bicho-pau, uma joaninha, uma larva e uma formiga, unem-se para derrotar a praga dos gafanhotos. Cada um com seu potencial. Cada um com sua fraqueza. Porém, nem por isso menosprezado. Em uma equipe não existe elemento descartável. Todos somam com o que podem, no momento que podem. Os líderes sabem como aproveitar essas diferenças em prol dos objetivos do grupo e produzir sinergia! É muito fácil trocar e tirar um elemento destoante. O líder, todavia, sabe “afinar” sua equipe, obtendo a melhor harmonia necessária. Se algum membro não está tendo o rendimento esperado, um grupo bem liderado sabe como ajustar-se para correção do rumo. Pois o problema de um, é problema de todos! Em um grupo bem liderado, o sentimento de unidade entre os membros supera o individualismo. É como uma família: você demitiria sua mãe ou seu filho colocando um elemento novo em seu lugar?
Ainda existem empresas em que insetos são mais bem tratados do que os colaboradores. Se você é empresário ou ocupa algum cargo de liderança deve estar querendo me perguntar qual é a solução. O que eu posso garantir é que nos tempos de hoje não há mais lugar para autoritarismo. Um clima de confiança é bem mais produtivo. Assista “Vida de inseto” e promova uma revolução de humanidade em sua empresa. Reconheça as lideranças existentes, valorize a diversidade, reúna todos em torno de um mesmo objetivo e semeie união e respeito. Torne todos responsáveis por cada um; e cada um responsável pelo resultado de todos. Como na bela fábula “Vida de Inseto”, você também conquistará a vitória.


Comportamento Produtivo e Contraproducente

O comportamento produtivo e contraproducente dos funcionários do trabalho é uma área de vital interesse para a psicologia organizacional. As principais preocupações das empresas é a motivação, que afeta o desempenho no trabalho, a ausência e a rotatividade dos seus funcionários para melhor ou pior.

O desempenho no trabalho é uma variável para a psicologia organizacional, pois o desempenho abrange outros pontos da psicologia, como por exemplo, a motivação, a personalidade e as influências do meio ambiente.

Um dos principais objetivos de campo dos fatores humanos é melhorar o desempenho no trabalho por meio do projeto de ferramentas e equipamentos. Embora os estudos de Hawthorne sugerirem que o ambiente social é mais importante que o físico, porém alguns aspectos do ambiente físico também influência no desempenho, alguns deles são a iluminação, os ruídos e os equipamentos. São esses aspectos que podem levar a rotatividade e a baixa satisfação dos funcionários.

O comportamento contraproducente são emoções destrutivas causadas pelas condições de trabalho estressantes e injustas estas emoções podem gerar custos excessivos para as empresas.


A importância da Liderança
Antigamente, as empresas eram estruturadas como pirâmides: trabalhadores na base, de baixo para cima, linhas sucessivas de chefes e gerentes. Cada linha tinha mais autoridade do que a que lhe ficava abaixo. Quase ninguém se incomodava com essa organização e a velha pirâmide era sólida, impressionante e sem expectativa de mudança.

Atualmente essa pirâmide vem sendo quebrada e a solução encontrada é a formação de equipes, capazes de se tornarem flexíveis, de começar a aproveitar às oportunidades e estar sempre aberto às novas idéias. Assim o desenvolvimento de uma equipe produtiva exige uma visão em comum para concordar com as decisões pessoais. Cada equipe é formada por um motivo. Todos os membros precisam conhecer e entender o propósito e os objetivos em comum.

Segundo Roosevelt, uma equipe pode com freqüência, sair-se melhor do que um indivíduo, quando a equipe trabalha bem, os resultados podem ser poderosos.

O papel do líder é ajudar pessoas a realizar o que são capazes de fazer, formular uma visão para o futuro, encorajar, treinar, ensinar, estabelecer e manter relacionamentos bem sucedidos. Para liderar deve-se ter uma boa comunicação, habilidade nos contatos interpessoais, capacidade de treinar e formar equipes afinadas. As pessoas que trabalham juntas podem realizar façanhas incríveis. As idéias, a criatividade e o trabalho em grupo terão que ser comandados por um líder forte que focalize a sinergia de seus liderados.

O líder tem que dá inspiração, influenciar as pessoas a juntar-se a ele em um propósito, em uma visão e em valores. O propósito estabelece o destino, a visão é para ver onde está indo e os valores é para guiar em direção a um futuro de sucesso sustentável em longo prazo.


Personalidade

Personalidade deriva do latim - persona - que significava máscara, ou seja aquilo que queremos parecer aos outros. Na Psicologia a Personalidade é uma organização dos vários sistemas físicos, fisiológicos, psíquicos e morais que se interligam, determinando o modo como o indivíduo se ajusta ao ambiente em que vive.

A personalidade vai se fazendo ao longo do tempo, desde o nascimento até a idade adulta, porém, devido à interação com o meio em que vivemos e à intenção inata de nos comportarmos como os outros desejariam que fôssemos, esse desenvolvimento poderá não levar a pessoa à auto-realização, no sentido de seu Eu real, mas em outras direções menos saudáveis para o bem estar do indivíduo, tais como a do Eu-orgulhoso, a do Eu-coitadinho ou a do Eu-fatalista.

O traço de personalidade é uma característica constante do indivíduo em situações variadas. Jung propos dois agrupamentos de traços que compreendem em si todas as características pessoais, a Introversão e a Extroversão. A extroversão consiste na tendência de focalizar o interêsse no mundo exterior, vivendo mais no presente, dando mais valor às pessoas e ao êxito social, sendo mais práticas. A Introversão consiste em concentrar interesse nos pensamentos e idéias próprias, visualizando mais o futuro, sendo mais intuitiva.

A frustação ocorre quando algo impede a realização de um objetivo desejado e a pessoa reage emocionalmente de forma pertubada e insegura, com agressividade. A saúde e o ajustamento mental estão relacionados com o tipo de conduta adotado pelo indivíduo para expressar sua agressividade. As energias recalcadas pela frustação procurarão sempre uma válvula de escape. A pessoa normal é aquela que encontra derivativos para os recalques ao passo que a pessoa neurótica não encontra saída para os mesmos.

Se a pessoa se fixasse demais em suas deficiências, conflitos e frustações perderia sua auto-estima, desintegrando sua personalidade. É preciso se ajustar através de mecanismos de defesa. Os principais mecanismos são o de compensação (ao se achar inferior em um setor procura se superar em outro), de racionalização (explicações para os fracassos), de projeção (atribuir a terceiros os sentimentos que são nossos), de identificação (assumir mentalmente a identidade de uma pessoa forte), de regressão (comportamento de pessoas muito mais jovens), de fixação (comportamentos estereotipados), de idealização (criação de um mundo mais justo), de repressão (reprimir a lembrança, afogando a memória), de sublimação (atividades artísticas e religiosas), e de fantasia (viver em imaginação o que gostaríamos de viver).

Importancia da Ética dentro das Organizações

Agir corretamente hoje não é só uma questão de consciência. É um dos quesitos fundamentais para quem quer ter uma carreira longa e respeitada. Em escolhas aparentemente simples, muitas carreiras brilhantes podem ser jogadas fora. Atualmente, mais do que nunca, a atitude dos profissionais em relação às questões éticas pode ser a diferença entre o seu sucesso e o seu fracasso.Ser ético é uma característica fundamental.

Ser ético nada mais é do que agir direito, proceder bem, sem prejudicar os outros. É ser altruísta, é estar tranqüilo com a consciência pessoal. É também agir de acordo com os valores morais de uma determinada sociedade.Qualquer decisão ética tem por trás um conjunto de valores fundamentais. Entre eles: ser honesto em qualquer situação, ter coragem para assumir decisões, ser tolerante e flexível, ser íntegro, educado, fiel, humilde e prudente.

Ser e manter-se um profissional ético não é fácil de administrar, principalmente para nós brasileiros que fomos criados sob a ética da lei de Gerson, do jeitinho, da vantagem acima de tudo. Socialmente aprendemos que é preciso fazer o correto, mas na informalidade impera a idéia de que não há nada de errado em levar vantagem. Há corruptos em outros lugares do mundo, mas no Brasil pequenos delitos são apoiados e até elogiados por amigos e pela família.

Estudando o conhecimento humano


Uma das grandes incógnitas que sempre gravitaram em torno dos mistérios que envolvem o ser humano foi o seu desenvolvimento do ponto de vista psicológico. Mas nós, alunos do 4º período de administração da UFERSA, não tínhamos atentado para essa questão. Interessa-nos? Isso importa no comportamento organizacional?
Mas é claro! E se não fosse a aulas de Psicologia?
Sendo assim, vou repassar para vocês uma explicação prévia, porém, objetiva, sobre o desenvolvimento humano, mediante as várias discussões em sala de aula sobre temas relacionados.
Muitas teorias e teses depois, ao longo de milhares de anos, deram indícios que o desvendar deste enigma será difícil e sempre suscitará dúvidas. Resta-nos mostrar que, apesar dos paradoxos e por causa deles, afinal as exceções justificam a regra, a mente é, definitivamente, algo intransponível. Há certas definições que apontam para a similaridade comportamental de determinados grupos, o que, se não as define de forma irrefutável, ao menos tenta explicar como se processa o desenvolvimento humano.
A socialização do homem, ao nascer remete ao choque de estar num mundo que não foi por ele construído, o mundo social que consiste na organização burocrática, suas diversas instituições, grupos, seus medos e mitos. Pau que nasce torto, não tem jeito. Morre torto.
O homem a ser tratado é formado pelo conjunto de suas relações sociais, ou seja, o grupo social ao qual ele interage e a maneira como ele se insere em determinada cultura em busca de sua própria identidade. A socialização é a absorção de usos, valores e costumes que compõe a realidade objetiva da organização da sociedade.O homem aprende a ser homem. A única aptidão inata do homem é a aptidão para a formação de outras aptidões. Os instrumentos humanos levam em si os traços característicos da criação humana. O domínio da linguagem não é outra coisa senão, o processo de apropriação de significações e aptidões historicamente formadas pela espécie humana. As crianças são introduzidas no mundo da cultura por outros indivíduos que as guiam.
O homem é um ser sócio-histórico que se condiciona aos hábitos do meio social e histórico que vive, ou seja, o conjunto de suas relações sociais. Todos os traços físicos ou mentais são, ao mesmo tempo, genéticos e ambientais e não apenas biológicos.
A prática pedagógica fundamenta-se em certa maneira de explicar a evolução dos conhecimentos, os papéis reservados aos participantes do processo educacional, a forma de intercâmbio a ser mantida com a criança, os objetivos a serem atingidos através do ato educativo e como avaliá-lo.
Retornando ao campo das visões, extremamente conflitantes, é necessário explicar que, para se entender o desenvolvimento humano, dentro da área pedagógica, sob este prisma, há dois pontos paradoxais: a visão fixista e a transformista.
Essa contribuição, vinda de fora para dentro, é unilateral, e gera passividade intelectual  e uniformidade conceptual. Havendo um só pensamento, não há reflexão. Nessa posição, o conhecimento apenas implica na memorização da informação recebida. Em suma, de acordo com os behavioristas, o desenvolvimento humano é concebido de forma marcante pelo ambiente. O papel do ambiente é muito importante para a maturação biológica e despreza a análise de elementos importantes, tais como raciocínio, desejos, fantasias e sentimentos.

As mudanças de comportamento podem ser provocadas de diversas maneiras. O mundo já está constituído e o homem é passivo. O comportamento pode ser modificado como resultado da experiência, ou seja, o homem é passivo e pode ser manipulado. São usadas duas técnicas para o aprendizado: condicionamento e reforço. Para haver condicionamento é necessária a repetição cuidadosa de uma mesma situação, ocorrendo a aprendizagem quando há semelhança entre o que foi transmitido e a resposta da criança. O reforço é usado para fixar a aprendizagem da resposta certa. Assim, existe o “certo” e o “errado”, mas visto sob a ótica do adulto.
A evolução da conquista é um ato de criação infantil buscando ativamente compreender as coisas, se empenhando para poder progredir. Assim, cada resposta dada é uma etapa necessária ao progresso, e corresponde a um certo nível de desenvolvimento. Os conhecimentos se integram a outros, e assim sucessivamente.A aprendizagem se distingue do desenvolvimento (condição interna da evolução), porque constitui processo que diz respeito a situações específicas. O desenvolvimento amplia a possibilidade de aprendizagem. São processos distintos e interdependentes.
As teorias estão bem definidas mas algumas perguntas insistem em não ser respondidas. Há interesse da sociedade, dos governos em conceder um estudo dinâmico e digno, onde haja interação e que a criança seja preparada a construir um novo mundo e não ser mera massa de manobra ? Profissionais de ensino, desde os donos de escola, reitores e, especialmente, professores estariam conscientes de seu papel em outro modelo de ensino e, conseqüentemente, das novas diretrizes que eles dariam ao desenvolvimento humano ?

Nos parece que não. Há experiências restritas a determinados grupos sociais e estabelecimentos de ensino. Há o preconceito da grande maioria de responsáveis que se negam a reconhecer os erros passados dos quais foram vítimas. Dentro do tal mundo globalizado, a substituição do cérebro pelo chip foi e continua sendo perniciosa. O uso da informática, ferramenta de extrema utilidade tem seu uso confinado à mera repetição daquele estado de séculos atrás. Que desenvolvimento é este ? Será que houve realmente um ? Não ouso responder e, sequer tenho respostas. Apenas, se analisarmos o contexto da estrutura social que nos é infligida dia após dia, muitos anos virão até que os primeiros passos sejam dados em busca da recuperação de valores morais e que, tal e qual Fênix, tenhamos condições de nos recuperar das cinzas e afirmar que há sim o desenvolvimento humano na amplitude e grandiloqüência que merece.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Glossário da Psicanálise

Termos facilitadores para o entendimento da Psicanálise:

1) Afeto - Termo geral que designa os sentimentos e emoções. Considera-se que o afeto nem sempre está ligado à idéia. No caso em que a recordação é muito dolorosa e ameaçadora, o ego a reprime mas o afeto correspondente pode se deslocar para outras idéias associadas menos perigosas, ludibriando a censura e liberando-se parcialmente ao chegar à consciência.

2) Angústia - Reação emocional intensa como resposta a um perigo real ou imaginário. Na psicanálise essa angústia automática é resultado de uma fluxo incontrolável de excitações de origem interna ou externa.

3) Censura - Barreira que impede que ideais e afetos reprimidos no inconsciente cheguem ao consciente.

4) Conflito - Na psicanálise, refere-se geralmente, ao conflito interno entre impulsos instintivos e entre as instâncias e ao conflito edipiano

5) Defesa - É o conjunto de manobras inconscientes  que o ego se utiliza para evita ameaças à sua própria integridade. Essas ameaças podem surgir pela intensificação dos impulsos instintivos que põem em perigo o equilíbrio do ego, que tem como função harmonizar esse impulsos com os imperativos do superego e às exigências da realidade externa.

6) Inconsciente - É possivelmente o conceito mais fundamental da teoria freudiana. Em seu trabalho Freud demonstrou que o conteúdo da mente não se reduz ao consciente, mas que pelo contrário a maior parte da vida psíquica se desenrola em nível inconsciente. Ali se encontram principalmente idéias  reprimidas, às quais é negado o acesso à consciência mas que têm grande influência na vida consciente. Estas idéias reprimidas aparecem de forma disfarçada nos sonhos e nos sintomas neuróticos principalmente e é através do seu conhecimento que podemos chegar até o conflito neurótico durante um processo terapêutico geralmente. O inconsciente é uma das entidades do 1º modelo da mente criado por Freud.

7) Identificação - Processo pelo qual o indivíduo se torna idêntico a outro pela assimilação de traços ou atributos daquele que lhe serve de modelo. Nesse processo o indivíduo, tanto pode assimilar aspectos de outra pessoa como também pode, identificar em outros aspectos seus. É através das identificações que desde o princípio a personalidade se forma e se diferencia.

8) Idealização - Processo no qual o indivíduo supervaloriza o objeto  negando-se a ver todos os aspectos que possam desvalorizá-lo.

9) Fixação - Processo pelo qual o indivíduo permanece vinculado a modos de satisfação ou padrões de comportamento característicos de uma fase anterior de seu desenvolvimento libidinal. A fixação pode ser também a pessoas significativas da infância. Assim encontramos expressões freqüentemente usadas na psicanálise como fixação oral, fixação anal, fixação maternal, fixação paternal.

 

O INTERESSE NO TRABALHO

 

Ir todo dia ao trabalho, se sentar em frente ao computador e atender a ligações telefônicas não significa, necessariamente, que você está ali.
 
No dia seguinte da aula de Psicologia sobre comportamentos, com a Professora Luciana, comecei a avaliar no meu ambiente de trabalho e  o interessese da equipe do meu setor em desenvolver as ativiadade rotineiras do nosso departamento. Pude analisar que essa nossa atitude  se chama "presenteísmo", ou seja, estar fisicamente presente no ambiente de trabalho, porém, mental e emocionalmente ausente. Ou seja, estamos ali, mas não conseguimos produzir como deveriamos. 
 
Este é um problema que vem ocorrendo atualmente dentro das empresas e que tem chamado a atenção daqueles que atuam na área de Gestão de Pessoas. E para quem vive isso, a situação também não é nada agradável... Em geral, são colaboradores tomados pelo desânimo, com níveis de estresse alto, e que sofrem conseqüências físicas e emocionais que podem contaminar, de maneira negativa, toda a equipe.
Pesquisas indicam que o "presenteísmo" causa mais queda de produtividade do que a ausência da pessoa. E é difícil quantificar o estado físico e emocional de estar "mais ou menos presente"; sabemos apenas que os problemas decorrentes do estresse consomem cerca de 3% do PIB - Produto Interno Bruto –, contabilizando afastamentos e tratamentos médicos. O "presenteísmo" está, ainda, entre as causas de Burnout, o nível devastador de estresse que pode levar à depressão e até mesmo ao suicídio. Nesta situação, o colaborador se sente, literalmente, sem saída. 

Acredito que deve haver um movimento de mão dupla, tanto das empresas quanto das pessoas. Cada um precisa fazer uma auto-avaliação constantemente e colocar na balança a medida do prazer e também da insatisfação da sua opção profissional. Muitas vezes esta pressão precisa ser dividida com um terapeuta, por exemplo.

É bom lembrar que nem sempre a infelicidade no trabalho significa que é necessário mudar tudo; o problema pode ser causado pelo excesso de estresse, e isso tem solução! As empresas também podem ajudar com programas de qualidade de vida efetivos, que consigam mapear e monitorar o nível de estresse e de satisfação de seus colaboradores.

Se você se encontra nesta situação, vale a pena lembrar: trabalho não combina com infelicidade. E uma situação de "presenteísmo" também não se altera de um momento para o outro. As soluções não são mágicas, rápidas e nem simples - elas passam por uma avaliação de você mesmo e do ambiente de trabalho em que você vive. Os resultados, com certeza, são gratificantes para todos, mas principalmente para você!

Sendo assim pessoal, vamos trabalhar pensando no trabalho, que o Mossoró cidade Junina mal começou...rsrsrsrsrsrsrs.

 
 





Comportamento dos indivíduos na organização

 

Podemos observar que cada um se comporta de uma maneira nas organizações. Segundo Bergamini (1990) entre as variáveis que afetam o comportamento dos indivíduos na organização estão as individuais e ambientais. Nas variáveis individuais estão a infância, a adolescência e a fase adulta de cada um. Nas ambientais estão o grupo social, cultura, fatores do ambiente físico etc. As pessoas apresentam diferenças individuais no desempenho do trabalho por dois motivos principais. O primeiro é por cada um nascer diferente do outro e o segundo é por terem tido experiências de vida diferentes. E a personalidade do ser humano é resultante disto. Ou seja, a vida das pessoas irá depender desde como nasceram e foram criadas.
 
 Os profissionais de recursos humanos nas organizações verificam o comportamento no trabalho e tentam aumentar os comportamentos que estão contribuindo para o desempenho organizacional. Os comportamentos que não estão contribuindo são eliminados através de técnicas: treinamentos e dinâmicas de grupo. Penso que nos dias de hoje com as mudanças que aconteceram no mundo teríamos de ir mais além para estarmos julgando se um comportamento é mau ou não. Não basta só isso, é necessário verificar porque os funcionários vêm apresentando tais comportamentos que afetam ou não o desempenho. Ou seja, é preciso verificar os fatores que vêm influenciando no desempenho. Se esses se devem a fatores pessoais, a tecnologia da empresa, as políticas da empresa ou aos estilos de liderança. O que não podemos é ficar de braços cruzados diante dos problemas e sim investigar a razão deles estarem ocorrendo.
 
Quando os objetivos do indivíduo não são atingidos ocorre a frustração. Ela é representada por um incentivo negativo. Com ela o que o indivíduo pretende se torna impossível, não encontrando outra saída a não ser mudar as pretensões iniciais e adotar outro comportamento. Através da frustração o indivíduo não desempenha seu próprio papel estando desmotivado. Caso a frustração seja muito intensa coloca em perigo a personalidade do indivíduo podendo ocorrer inclusive o trauma. A pessoa procura fugir das conseqüências maléficas dela para não se desajustar. Quando os funcionários estão com problemas deve-se chegar perto deles conversando de maneira clara e habitual oferecendo idéias que possam ajudar a resolver seus próprios conflitos. Para ver se a frustração é anormal é preciso ver se o indivíduo é capaz de se livrar dela e de como é ajudado por outras pessoas a se livrar. Quando os conflitos e frustrações não se resolvem podem ocasionar comportamentos desajustados, infelicidade e improdutividade.
 
A frustração pode ser uma situação de vida benéfica conforme ela impulsiona o indivíduo a agir na tentativa de resolvê-la. Existe uma motivação que leva o homem a agir, buscando diminuir as ansiedades e tensões que o atrapalham psicologicamente. Essas pessoas que agem mesmo frustradas são aquelas que não se deixam abater diante de qualquer problema. Eles refletem sobre seu estado e situação chegando no consenso que se desistirem e não tentarem de novo não chegarão a lugar algum. São pessoas que lutam pelo que querem, não desistindo fácil das coisas. Esses tipos de pessoas sempre atingem seus objetivos vencendo na vida e quando caem diante das dificuldades sempre levantam. Antes de fazermos julgamentos da maneira das pessoas se comportarem nas organizações é preciso levar em consideração as variáveis individuais e ambientais. E, caso apresentem comportamentos não esperados investir nos treinamentos. Dessa maneira estão valorizando as pessoas. Investir só em máquinas não é suficiente, porque o que vai fazer o resultado na produtividade e sucesso da empresa são as pessoas que irão comandá-las

Como Estimular o Desempenho das Equipes

Gerenciar uma equipe nunca é uma tarefa fácil. É preciso lidar com conflitos, treinar as pessoas e estimular o pensamento criativo dos participantes, além de avaliar e recompensar desempenhos.

Abordando desde a formação do grupo para a mudança e a preparação para o futuro, o livro Como Gerenciar Equipes, da série Sucesso Profissional, da Publifolha, ensina como gerenciar uma equipe com sucesso e como fazê-la dar um salto.

Entre as sugestões oferecidas pelo volume estão: acompanhar o progresso do projeto desde o início para detectar armadilhas e problemas, mirar em ganhos grandes e rápidos, assegurar que todos conheçam as outras funções dentro do grupo e introduzir metas significativas de melhoria em cada orçamento e plano de ação.

Leia abaixo um trecho do livro que explica como um líder deve proceder para sua equipe evoluir com sucesso.

COMO LEVAR A EQUIPE A DAR UM SALTO

Qualquer método de melhoria de desempenho precisa desafiar formas tradicionais. Equipes que queiram evoluir devem aprender a criar suas próprias tarefas, resolver problemas, obter acordo para soluções e implementá-las com segurança.

CONHEÇA O PROJETO

Em equipes de verdade, as pessoas se "apropriam" do trabalho - cada uma delas acha seu método para desenvolvê-lo com a maior qualidade possível. Uma célula de produção vai um passo além: seus membros são polivalentes e todos conhecem todas as funções, a ponto de poder cobrir qualquer uma. Tamanha flexibilidade dá forças a qualquer equipe. Faça como se estivesse em uma célula de produção: acompanhe o projeto de seu grupo do começo ao fim para ter maior conhecimento da tarefa a ser executada e de todos os papéis. Assim saberá se o esforço valeu a pena.

Assegure que todos conheçam as outras funções dentro da equipe.

MELHORE OS SISTEMAS

Segundo a técnica japonesa de gerenciamento kaizen, todo mundo e toda equipe podem melhorar continuamente a qualidade em doses expressivas e mensuráveis. Mesmo uma pequena queda na porcentagem de produtos reprovados, por exemplo, pode significar grande economia de custos de produção. Dê à equipe total responsabilidade pela tarefa. Assim ela poderá ver o progresso em movimento ao definir problemas, analisar as causas, melhorar a situação - até trazendo ajuda externa especializada se necessário- e, acima de tudo, evitar que o problema retorne.

MELHORIA CONTÍNUA X ACOMODAÇÃO

À medida que a equipe evolui e se acomoda na rotina, ela desanda com velhos padrões de comportamento e pensamento de grupo. Evite a tentação de deixar um problema à própria sorte com base no argumento de que a mudança tem pouco propósito. Lute pela melhoria contínua para evitar a acomodação. Como você pode melhorar o desempenho do grupo? Foi ignorado algo que pode ser melhorado? É preciso sangue novo? O produto é ainda bom para o mercado?

DESAFIE O SENSO COMUM

Confronte suposições se quiser melhorar a prática da equipe. Por exemplo:

- "Tratar o sintoma cura a doença". Lembre-se de que o problema retornará se não for extirpado pela raiz.- "Os problemas e suas soluções são sempre isolados". Tenha em mente que efeitos secundários podem ter consequências piores que os primários.- "Qualidade custa caro". Lembre que melhorar a qualidade é economicamente sensato quando comparado aos custos diretos e indiretos do fracasso.

- "Qualidade se aplica apenas a produtos". Qualidade se aplica a todos os serviços ou processos envolvidos.


Texto retirado de: Folha Online

A Tão Difícil Satisfação

A satisfação é algo que todas as pessoas buscam. Se satisfazer no trabalho, na alimentação, na vida sexual é extremamente comum, só que nem todos conseguem. Agora, focando no trabalho, a satisfação é algo bastante relativo. Alguns trabalham para ganhar dinheiro, outros não se importam com quanto vão receber em troca por suas atividades desde que estejam fazendo alguma coisa que gostem. Mas a verdade é a seguinte: a grande maioria dos indivíduos não estão nenhum pouco satisfeitos com sua posição dentro das organizações, com seus salários, com as condições de trabalho, enfim, é difícil conciliar todos os fatores para que todos os membros da organização fiquem satisfeitos. É aí que entra a psicologia organizacional. Ela é responsável por avaliar a satisfação no trabalho. Essa satisfação é geralmente medida através de questionários respondidos pelos funcionários.
Tudo isso é feito para que a satisfação seja, o mais proximamente possível, alcançada. Mas, apesar desses esforços, as pessoas ainda continuam a ter como hino a música Satisfaction dos Rolling Stones, afinal as mesmas nunca conseguem se satisfazer. Quando uma necessidade é suprida, surge outra. O que gera um trabalho sem fim para a psicologia organizacional: tentar medir a satisfação e tentar maximizá-la, tentar medir a satisfação e tentar maximizá-la, tentar medir a satisfação e tentar maximizá-la... Coitada da psicologia organizacional.


video

A Liderança de Tyler Durden em "Clube da Luta"


Quem já assistiu ao filme Clube da Luta sabe o filmaço que é. Já quem nunca teve essa oportunidade, ao menos já recebeu uma indicação de algum amigo ou parente para assistir.
Enfim, o filme lança vários temas como política, alucinações etc. Mas o que eu vou tentar fazer aqui é mostrar como Tyler Durden, protagonista do filme e interpretado por Brad Pitt, possui características de um líder. Então vamos listar aqui tais características:
  • Quando se fala em grupo, surge na sua mente a imagem do líder do mesmo. É como se o líder fosse p símbolo do grupo. Quando se fala no Clube da Luta a figura de Tyler surge naturalmente na cabeça das pessoas;
  • Um líder deve possuir a capacidade de influenciar as pessoas. Quem assistiu sabe do seu poder de influência sobre os demais;
  • Essa influência deve ser aceita de forma voluntária, o que acontece no filme e tal aceitação vem por parte de inúmeras pessoas;
  • Durden possui um poder de referência, afinal os outros indivíduos do clube o vêem como um ponto de orientação, têm o desejo de ser semelhante a ele.
  • Tyler Durden ainda representa uma liderança autoritária, onde as diretrizes do clube são fixadas através de sua autoridade. Ele determina as tarefas a serem executadas pelos membros.
Pronto. Ainda querem mais alguma prova de que o cara possui, realmente, características de liderança? Ah! Pra quem ainda não assistiu, aqui vai mais uma recomendação: ASSISTAM! Ou vocês nunca saberão o que estão perdendo.

Conceitos de Objetividade e Subjetividade

Quer resposta mais objetiva?




OBJETIVIDADE

  1. Do ponto de vista epistemológico, a objetividade não é sinônimo de verdade, embora seja comum confundir os dois conceitos, mas sim uma espécie de "índice de confiança" ou de "qualidade" dos conhecimentos e representações.

  2. Kant apresenta a objetividade como algo que possui validade universal, independente de época, cultura ou religião.

  3. No jornalismo, objetividade é uma característica que o texto deve apresentar. Para isso o mesmo deve ser claro e conciso.

  4. Para a ciência, a objetividade é uma propriedade de teorias científicas de estabelecer afirmações inequívocas que podem ser testadas independentemente dos cientistas que a propuseram.

SUBJETIVIDADE

  1. A psicologia social entende a subjetividade como sendo o mundo íntimo de cada indivíduo com o qual ele se relaciona com o mundo social ou externo. Isso colabora para a contrução de valores e crenças na dimensão cultural. Isso contribuirá para a constituição da experiência histórica e coletiva dos grupos e populações.

Obs.: Este é praticamente o único conceito de subjetividade, afinal os demais são apenas uma derivação deste mesmo conceito.



Referência: wikipedia

segunda-feira, 13 de junho de 2011

GRUPO X EQUIPE

Algumas semanas atrás em minha aula de Psicologia, com o Profª. Luciana , foi discutido um tema que prendeu muito a minha atenção, por ser um dos temas que mais gosto de discutir, a questão da diferença entre ser um GRUPO e ser uma EQUIPE.

Mas será que existe diferença? 
Poia bem, existe sim!
Vamos as definições:
No grupo todos trabalham voltados para os mesmos objetivos e têm seus papéis e funções definidos. Não obstante, os resultados ficam aquém do esperado..A realidade é a seguinte, ninguém sabe direito o que o outro pensa porque as pessoas ou não se comunicam ou falam de forma política sem dizer o que realmente pensam. Às vezes alguns falam, mas de forma descontrolada e sem habilidade. É também cada um por si, ninguém toma a iniciativa de ajudar o outro. Aliás, existem muitas divergências relacionadas a problemas do trabalho e também diferenças de valores pessoais. Em alguns casos essas divergências e problemas de relacionamentos são manifestados, nos outros casos são mascaradas por razões políticas. Há muito fingimento, faz-se de conta que está tudo bem.
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Já os líderes...
Estes, para se diferenciarem e se afirmarem, mantêm-se distantes, aparecem somente para dar ordens. Ninguém tem a liberdade nem o clima para dizer o que pensa dos colegas e muito menos dos chefes. Já estes falam, às vezes, de forma muito franca e rude, e ninguém nesse ambiente toma a iniciativa para saber como é visto. Pelo contrário, todos são muito defensivos e tendem a sentir o Feedback como um ataque.
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Ou seja:
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Grupo é um conjunto de pessoas com objetivos comuns, em geral se reúnem por afinidades. O respeito e os benefícios psicológicos que os membros encontram, em geral, produzem resultados de aceitáveis a bons. No entanto este grupo não é uma equipe.

Personalidade e seus significados


 Personalidade é um termo que apresenta muitas variações de significado. Em geral representa uma noção de unidade integrativa do ser humano, pressupondo uma idéia de totalidade. No senso comum é usada para se referir à capacidade de rápidas tomadas de decisão, para se referir a uma característica marcante da pessoa, como timidez ou extroversão por exemplo, ou ainda para se referir a alguém importante ou ilustre: “uma personalidade”. A personalidade atribuída a uma pessoa pode definir, para o senso comum, se esta pessoa é boa ou má. A psicologia evita este juízo de valor. A personalidade seria um conjunto de características que diferenciam os indivíduos. 

Estes atributos seriam permanentes e dizem respeito à constituição, temperamento, inteligência, caráter, um jeito específico de se comportar. Para as teorias que utilizam o conceito de personalidade, ela significa a “organização dinâmica dos aspectos cognitivos, afetivos, fisiológicos e morfológicos do indivíduo”. Fala-se também em personalidade básica, que seriam as atitudes, tendências, valores e sentimentos dos membros de uma sociedade. A personalidade pressupõe a possibilidade de um indivíduo se diferenciar, ser original e ter particularidades. Através desta idéia pode-se predizer o que a pessoa fará em determinada situação, pode-se ter idéia de como ela reagiria. Nem todas as teorias trabalham com este conceito porque ele tem uma noção implícita de estrutura, de estabilidade e portanto de características que não mudam. 

No entanto, ela é fruto de uma organização progressiva do ser humano e não apenas entendida como um fenômeno em si. Ela evolui de acordo com a organização interna do indivíduo. A psicanálise afirma que a estrutura da personalidade já está formada aos quatro ou cinco anos de idade, enquanto que, para Piaget, ela começa a se formar entre os oito e doze anos. O caráter, temperamento e os traços de personalidade são termos que se referem a esta noção. Alguns distúrbios podem se relacionar à personalidade, gerando conceitos patológicos, como é o caso da personalidade múltipla.

Estudo de Caso sobre Comportamento Produtivo

                Ao lembrarmos-nos dos assuntos da aula de psicologia do dia 01/06/2011, comportamento produtivo e contraproducente do funcionário, atentamos a avaliar essa temática na realidade das empresas de Mossoró. Fomos ao centro da cidade dois dias seguidos e disfarcadamente, como clientes curiosos, começamos a questionar os vendedores e prestadores de serviços de empresas de vários segmentos sobre a motivação no ambiente organizacional e as condições de trabalho.
                Podemos constatar que as tentativas das organizações no sentido de melhorar a motivação da mão-de-obra têm ocorrido por meio de comissões e hora extra. No entanto, avaliando as condições do ambiente, nota-se um descaso em relação à estrutura do estabelecimento, caracterizados como pequenos e super-lotados, ocasionando um baixo rendimento da produção.
                Em sala de aula, analisamos esse tema, respondendo a um questionário e discutindo o texto. Vale ressaltar que a motivação dos alunos para realização dessa atividade é compensatória, uma vez que vale pontuação para nota da II unidade. Nota-se que a medida que suas habilidades resultam em um bom desempenho e recompensas correspondentes , sua motivação para o bom desempenho pode ser aumentada.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Stress: Como se proteger?

Tirinha: Vinícius de Oliveira



Stress, segundo o livro Psicologia Aplicada à Administração, são "situações físicas ou psicológica que pressionam os indivíduos, gerando alto grau de tensão. Podem levar ao desajustamento emocional e mesmo à desintegração da personalidade."

Dicas para evitá-lo:
  • Usar o tempo adequadamente e não ter pressa;
  • Desenvolver o autocontrole. Aprender a lidar com os problemas do dia-a-dia sem se envolver emocionalmente com os mesmos;.
  • Aceitar as próprias limitações;
  • Trabalhar para viver e não viver para trabalhar;
  • Buscar a excelência em tudo que faz e não a perfeição;
  • Ser espontâneo e procurar manter boas relações no trabalho sem submissão ou bajulação;
  • Ter uma alimentação saudável;
  • Praticar exercícios regularmente.


Obs.: Se alguém tiver alguma outra dica, poste nos comentários, ok?